uroboro

Relacionada ao ciclo, a continuidade e ao eterno retorno, a metáfora de Ouroborus ou Uroboro foi escolhida para problematizar as consequências de um ato, trazendo para este espaço a questão do crime ambiental de Mariana, em ocasião da abertura da exposição “As coisas quando não são mais elas“ no Memorial Minas Gerais Vale. Delivery para a Vale.

O espelho traduz a simbologia da água, sua característica mágica de refletir, de poder ver-se de fora .  O impacto produz a fractalidade, o emaranhado do universo,  cada movimento impacta diretamente o todo. Borboletinha do caos anunciando a consciência cósmica.

Related to cicles, eternal return, continuity, the mithological figure of Ouroboros, the snake that eats its own tail was the metaphore used to discuss the consequences of an act, bringing to the space the discussion about the enviromental crime comited by the mining company Vale that killed the river Doce and sponsored the art prize for“Things when they are no longer them

The mirror translates water simbology, its magical caracteristic of reflecting, the chance to see yourself from outside. The impact produces fractality, tangle, web of the universe, each mouvement directly impacts the whole . Little caos butterfly announcing the cosmic conscience.

Urøboro, Memorial Minas Gerais Vale, 2018. Curadoria: Eduardo de Jesus. Foto: Guto Muniz